20 fevereiro 2006
Fênix
Eu, prisioneiro meu / descobri no breu uma constelação / Céus, conheci os céusp / pelos olhos seus / Véu de contemplação / Deus, condenado eu / fui a forjar o amor no aço do rancor / e a transpor as leis mesquinhas dos mortais / Vou, entre a redenção e o esplendor / de por você viver / Sim, quis sair de mim esquecer quem sou / e respirar por ti / e assim transpor as leis mesquinhas dos mortais / Agoniza virgem Fênix (O amor) entre cinzas, arco-íris e esplendor / por viver às juras de satisfazer o ego mortal / Coisa pequenina, centelha divina, renasceu das cinzas / Onde foi ruína / pássaro ferido / hoje é paraíso / Luz da minha vida, pedra de alquimia / Tudo o que eu queria / Renascer das cinzas / Quando o frio vem nos aquecer o coração / Quando a noite faz nascer a luz da escuridão / e a dor revela a mais esplêndida emoção / O amor / Quando o frio vem nos aquecer o coração / Quando a noite faz nascer a luz da escuridão / e a dor revela a mais esplêndida emoção / Quando o frio vem nos aquecer o coração / Quando a noite faz nascer a luz da escuridão e a dor revela a mais esplêndida emoção. (Jorge Vercilo).
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